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Calendário básico de vacinação muda em 2016
Qua, 16 de Dezembro de 2015 14:26

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A partir de janeiro de 2016, os serviços de unidades de saúde adotam as alterações aprovadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) para o calendário básico de vacinação.  Com isso, a vacinação de rotina introduz novos esquemas vacinais e algumas mudanças, como a extensão universal da vacina contra a hepatite B para todas as faixas etárias e a redução de doses para as vacinas HPV, que passa a ser de duas doses (dose inicial e outra dose seis meses depois), não sendo mais necessária a terceira dose, cinco anos depois da primeira dose, além da vacina pneumocócica 10 valente que também passa a ser de duas doses (aos 2 meses e aos 4 meses, com um reforço aos 12 meses).


VEJA AS MUDANÇAS NO CALENDÁRIO NACIONAL DE VACINAÇÃO/2016:

- Vacina hepatite B: hoje até 49 anos. A partir de janeiro para todas as idades.

- Vacina poliomielite: substituição da terceira dose da vacina oral pela vacina inativada.

- Vacina pneumocócica 10 valente: novo esquema básico de duas doses (aos 2 meses e 4 meses) e reforço, preferencialmente aos 12 meses, podendo ser até os 4 anos de idade.

- Vacina hepatite A: alteração da faixa etária para a vacinação, dos 12 meses para os 15 meses de idade.

- Vacina papiloma vírus humano (HPV): mudança do esquema vacinal para duas doses (0 e 6 meses), não sendo necessária a administração da terceira dose.

- Vacina meningocócica C (conjugada): administrar o primeiro reforço (R1) preferencialmente aos 12 meses (podendo ser feito até 4 anos).


RUBÉOLA

O Brasil está oficialmente livre da rubéola e da Síndrome da Rubéola Congênita (SRC) de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Para receber o Certificado de Eliminação da Rubéola, entregue na Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), em Brasília, no dia 2 de dezembro, o país comprovou não registrar casos da transmissão endêmica das doenças desde 2008 e 2009, respectivamente.

O reconhecimento de território livre da rubéola e da Síndrome da Rubéola Congênita (SRC) foi possível a partir de dados epidemiológicos apresentados pela OPAS/OMS e por países membros. A partir deles, o Comitê concluiu que, no Brasil, não há evidência de transmissão endêmica da rubéola ou SRC por cinco anos consecutivos, período maior que os três anos requisitados para declarar a doença eliminada.

Atualmente, três vacinas são ofertadas pelo SUS contra a rubéola: a dupla viral (sarampo e rubéola), tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) e a tetra viral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela). As vacinas tríplice viral (introdução gradativa desde 1992) e tetra viral (introduzida em 2013) fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis durante todo o ano nas 36 mil salas de vacinação.


CALENDÁRIO BÁSICO DE VACINAÇÃO, 2016
 

CRIANÇA

Idade

Vacina

Dose

Ao nascer

BCG-ID

Dose única

Hepatite B

1ª dose

2 meses

Pentavalente (DTP+Hib+Hep. B)

1ª dose

Poliomielite Inativada

Pneumocócica 10-valente (conjugada)

Oral contra Rotavírus Humano

3 meses

Meningocócica C

1ª dose

4 meses

Pentavalente (DTP+Hib+Hep. B)

2ª dose

Poliomielite Inativada

Pneumocócica 10-valente

Oral contra Rotavírus Humano

5 meses

Meningocócica C

2ª dose

6 meses

Pentavalente (DTP+Hib+Hep. B)

3ª dose

Poliomielite Inativada

9 meses

Febre Amarela

1ª dose

12 meses

Tríplice Viral

1ª dose

Meningocócica C

Reforço

Pneumocócica 10 valente

Reforço

15 meses

Tríplice Bacteriana (DTP)

1º reforço

Oral Poliomielite

1º reforço

Hepatite A

Dose única

Tetraviral

Dose única

4 anos

Febre Amarela

Reforço

Tríplice Bacteriana (DTP)

2º reforço

Oral Poliomielite

2º reforço

9 anos

Papilomavírus Humano (HPV)*

Duas doses (0 e 6 meses)

ADOLESCENTE

Idade

Vacinas

Dose

Doenças Evitadas

11 a 19 anos

Hepatite B

Três doses

Hepatite B

Dupla bacteriana adulto (dT)

Uma dose a
cada dez anos

Difteria e tétano

Febre amarela

Duas doses

Febre amarela

Tríplice Viral

Duas doses

Sarampo, caxumba e rubéola

ADULTO E IDOSO

Idade

Vacinas

Dose

Doenças Evitadas

20 a 59 anos

Hepatite B (recombinante)

Três doses

Hepatite B

Dupla bacteriana adulto (dT)

Uma dose a
cada dez anos

Difteria e tétano

Febre amarela (viajantes com recomendação segundo a Anvisa)

Duas doses

Febre amarela

Tríplice Viral

Dose única

Sarampo, caxumba e rubéola

60 anos e mais

Hepatite B

Três doses

Hepatite B

Febre amarela (viajantes com recomendação segundo a Anvisa)

Duas doses

Febre amarela

Influenza

Dose anual

Influenza Sazonal ou gripe

Dupla bacteriana adulto (dT)

Uma dose a cada dez anos

Difteria e tétano

GESTANTE

Vacinas

Dose

Doenças

Hepatite B

Três doses

Hepatite B

Tríplice bacteriana acelular (dTpa)

Uma dose a cada gestação

Difteria, tétano e Coqueluche


Fonte: CGPNI/MS/SESA-CE
Obs: Atualizado em 23 novembro de 2015



Assessoria de Comunicação da Sesa
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